O mês de julho junho foi produtivo em muitos aspectos, apesar dos poucos filmes que assisti, um a menos que no mês passado. Uma coisa que é fundamental para quem se pretende um analista de filmes é o estudo de teorias do cinema, a pesquisa e muita leitura de outras análises críticas. Mesmo assim, ainda deu pra rever alguns clássicos. E entre estudos e outras tarefas do cotidiano, foram esses os filme que assisti:
. O Homem com a Câmera (Dziga Vertov, URSS, 1929) - Vertov faz desse grande documentário uma espécie de manifesto da sua própria proposta de cinema, o Cine Olho. Excelente
. Biutiful (Alejandro González Iñárritu, ESP/MEX, 2010) - "De um modo geral, Biutiful seria um filme melhor se o protagonista não pudesse falar com pessoas mortas e se os roteiristas tivessem assumido pra si que esta é uma sensível história de um homem que necessita reorganizar sua vida, antes que venha a falecer de um câncer". Bom
. Sem Novidades no Front (Lewis Milestones, EUA, 1930) - Belíssimo, e talvez um dos primeiros filmes a denunciar o processo de alienação de uma população que sustenta a guerra. Excelente
. Marcas da Maldade (Orson Welles, EUA, 1958) - Welles faz um verdadeiro estudo de personagem com o seu detetive Quinlan. Um grande exemplar do filme noir. Excelente